Vejas as opinões que rola na internet sobre o caso K-Lite Nitro
18/09/2009
Processo inédito no Brasil, sobre a proibição de software P2P, no caso do K-Lite Nitro, veja alguns comentários a respeito:
No site IDGNow
Então vamos extrapolar...Paulo - 18 Set 2009, 16h31
Se oferecer um software para download é "potencializar" a disseminação de conteúdo ilegal, então talvez deveríamos impedir a Microsoft de distribuir seu Windows, já que está potencializando a disseminação de virus, spywares e todo tipo de pragas, que causam prejuízos enormes ao mundo todo. Afinal, os programadores de virus se utilizam do Windows para desenvolvê-los, logo, a Microsoft está "potencializando" uma atividade ilegal. Também as gravadoras e detentores de direitos autorais estão "potencializando" a pirataria quando pretendem vender músicas a peso de ouro e obter lucros exorbitantes às custas do consumidor. Eles deveriam, então, ser proibidos de distribuir essas músicas ou de obter lucros abusivos.
Esse juiz está claramente fazendo uma interpretação equivocada, pra não dizer muito parcial (a justiça é cega? Sei não!) das coisas.
A formiga e a cigarra e a Avalanche...
Sandro - 17 Set 2009, 20h23
Acho que inspirado nisso vou escrever uma parábola:
"A formiga e a cigarra que queriam parar a avalanche."
..jah sei o final, a formiga e a cigarra morrem.
O direito autoral como conhecemos vai mudar, certo ou errado não eh a questão e não faz diferença... A internet, com força bruta, vai mudar o direito autoral. É apenas uma questão de tempo. O modelo falido de venda de cds de música (como conhecemos) tem que evoluir para algo inteligente. Tem que parar de lutar contra a avalanche e começar a "surfar" nessa nova onda, usando toda essa força brutal em seu favor.
Quando sobra arrogância é porque falta inteligência, conhecimento, e criatividade.
t+
Esse Juiz quer é "aparecer" kkkkk...
Rodrigo - 17 Set 2009, 16h21
Completamente "SEM NOÇÃO" mostrando sua TOTAL e COMPLETA ignorância em termos relacionados a Informatica. Ngm controla a Internet e ngm vai para de usar programas de P2P pq um juizinho da vida ai qualquer em Favor de um LOBBY de uma Industria "FALIDA" que são as Gravadoras "Proibiu". São tantas injustiças nesse grande País chamado Brasil que nossos Magistrados deveriam se concentrar em vez de ficar perdendo tempo com uns "milhões" de pessoas que baixam músicas e filmes pela internet...Coitadas das Gravadoras, seus Acionistas estão "DEIXANDO DE COMPRAR ILHAS PARADISIACAS NO PACIFICO POR CAUSA DA PIRATARIA"!!!...o Mundo caminha para uma Nova Era onde o Conhecimento e ULTURA devem ser de LIVRE ACESSO A TODOS e NÃO a um "SELETO GRUPO QUE PODEM PAGAR UMA FORTUNA POR UM SIMPLES CD,DVD ou QUALQUER OUTRA MIDIA QUE SEJA". Pode até vira moda no Brasil mas continuo usando meu eMule e Torrent. Seu Juiz que VERGONHA,Vá correr atrás dos Politos Safados de Brasilia que Assaltam os Cofres Publico.
Idéia Inteligente essa não?
Darci João - 17 Set 2009, 16h00
Quero ver isso ocorrendo dentro mesmo das casas dos inteligentes que concordaram com a proibição. O dia em que seus filhos pararem de fazer download ou disponibilizar eu faço o mesmo..... huahuahuahauhau A menos que passem a utilizar o dinheiro do governo para comprarem cds originais, o que não acho difícil.
Vão trabalhar cambada de vadios. Isso é mais uma prova de que eles não tem mais o que fazer!
Eu protesto
Eliu - 17 Set 2009, 15h55
É pura burrice do juiz pensar que vai conseguir acabar com a pirataria agindo deste jeito. Proibir as redes P2P ou o uso de softwares deste tipo deve ser algum tipo de crime a cidadania, afinal eu posso encontrar muitos usos para o programa que não seja pirataria.
Se for assim então logo veremos eles proibindo os carros afinal são utilizados pelos bandidos para fugir depois de um roubo, e as motos que permitem roubos e mais roubos?
Proibam os caminhões pois trazem cargas enormes de drogas, aff quanta idiotice.
A internet é uma rede de compartilhamento, ela nasceu para isto, e o futuro da internet é liberdade. Se as pessoas querem proteger suas músicas de cópias ilegais, então devem inventar um formato novo. Para que seja verificado um serial assim que for dar play, ou estudar outra maneira.
Aff eu moro no Paraná (isso é o pior de tudo).
Sem Noção
Marcelo - 17 Set 2009, 13h29
Partindo dessa análise, em breve vão proibir o IE ou Firefox por que você pode acessar site de pedofilia..... sem noção.
As empresas e entidades deveriam gastar tempo e dinheiro para rever o modelo de comercialização de músicas e vídeos, ao invés de atacar “softwares malignos”...rs
FALTA CONHECIMENTO E SOBRA TEMPO
Marcos - 17 Set 2009, 12h24
O foco dessa discussão não é uma empresa, um website, uma cidade, estado ou país. A situação envolve todas as empresas fonográficas do mundo e simplesmente uma coisinha insignificante que se chamamos de INTERNET. Não adianta políticos, magistrados, e demais ignorantes neste assunto, baixarem leis para controlar algo que é incontrolável. Isso acontece no Brasil, talvez porque estas figuras pensem que "podem tudo" a exemplo do que acontece nos seus redutos e currais eleitoras ou classistas. A Internet espelha a cultura e a educação de praticamente todos os seres humanos. Mudar a Internet e a forma como ela é utilizada, significa mudar antes a cultura e a educação no mundo, e acho que um tribunal de justiça ou qualquer associação disso ou daquilo não vai conseguir. Frente a tantos processos parados por longos anos esperando que nossa justiça se manifeste, é incrível como acham tempo para uma coisa como esta.
Totalmente
Ricardo - 17 Set 2009, 11h11
A falta de conhecimento dos magistrados em questões de informática é patente.
No caso de julgamento de processos desta natureza, por que não contratar serviços de empresas especializadas no assunto para dar respaldo às suas decisões?
Concordo totalmente com você.
Falta de Conhecimento?
Rubens - 16 Set 2009, 20h00
Seria este mais um exemplo da falta de conhecimento que permeia a legislação e os magistrados brasileiros? Embasados em leis ou conceitos arcaicos procuram, ao invés de se atualizar e buscar soluções reais, criar precedentes perigosos que cerceiam as liberdades individuais dos cidadãos e arrumar bodes expiatórios para servir de exemplo. Tão absurda quanto a sentença é o exemplo dado juiz. Então se temos duas lojas que vendem refrigerantes, mas em uma delas se vende entorpecentes e na outra não, devemos simplesmente proibir a existência de lojas e não punir somente a que atua na ilegalidade! Deveríamos então punir as padarias e bares por venderem cigarros e causar câncer aos seus clientes, proibir os automóveis já que há o risco de motoristas embriagados atropelarem as pessoas, talvez até fechar todas as empresas do país já que, dentre elas, algumas estão agindo na ilegalidade. Mais um exemplo sensacional da perfeita e irretocável máquina legal brasileira.
Comentários no site da FolhaOnLine
Sergio Brasil 18/09/2009 16h23
Daqui há alguns anos os artistas disponibilizaram suas músicas pela internet, hoje em dia não precisam mais de gravadoras para distribuir seus discos. Além do mais artistas ganham dinheiro fazendo shows, enquanto as gravadoras ganham dinheiro explorando artistas. Gravadoras e CDs são coisas do passado.
José Barbosa 18/09/2009 15h01
A indústria fonográfica teima em ganhar dinheiro exatamente da mesma forma que no início do século passado, quando surgiram os primeiros dispositivos de gravação de som, e acredita piamente que o modelo deles deve permanecer inerte ao longo de milênios, tendo nós, consumidores, e artistas, que nos acostumarmos. São atravessadores culturais, deveriam ser tratados assim, mas estende-se a mão como se fossem paladinos da cultura. Não são. Financiam apenas aquilo que pode dar retorno imediato, pagam uma mixaria para os artistas (que delas dependem com um pires na mão), produzem um verdadeiro lixo, e acham que nós, consumidores, vamos aceitar isto tudo passivamente. Ora, se a tecnologia permite que seja muito mais fácil fazerem cópias, é óbvio: abaixe os preços das músicas legais, ou então vai sofrer pirataria mesmo. Não faz o menor sentido cobrar 2 ou 3 reais por uma música baixada, o mesmo preço "por música" do que se eu comprasse um caríssimo CD, que ainda inclui a mídia física, encarte, posso tocar onde quiser. Uma música baixada, pelas suas próprias limitações, deveria custar vinte ou trinta centavos, e já seria muito! Deixam de ganhar por unidade, e passam a ganhar na quantidade! Simples assim!
Gabriel Berti 18/09/2009 09h37
Se a indústria fonográfica gastasse metade da energia utilizada em processos para elaborar uma nova forma de obter lucros, os problemas teriam sido solucionados com bem menos esforços, dores de cabeça, e dinheiro. Mas, na verdade, o quê passa hoje é que não temos artistas de qualidade comprovada e garantida somada a uma "pseudo-necessidade" ostensiva na obtenção de lucros por parte da indústria fonográfica. Em suma, artistas como Coldplay, que possuem uma qualidade em seus trabalhos, conseguem lotar shows e vender CD's mesmo disponibilizando compilações de shows, como o LeftRighLeftRight, em seu website gratuitamente para download. O problema é a falta de talento dos artistas somada à falta de criatividade (ou até critérios na hora de produzir um artista) da indústria fonográfica. Com isso, temos esse tipo de cena inquisitiva, onde, daqui há alguns anos, ou décadas, a indústria fonográfica irá se envergonhar de atos como os hoje praticados, e pela falta de qualidade e critério na escolha de quem irá contratar.
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