RankBrasil: Caso inédito pode prejudicar liberdade de expressão no país

Processos correm contra o K-Lite – software de compartilhamento de arquivos – gerando polêmica, abrindo discussão na área acadêmica e musical, e atingindo diretamente os internautas

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21/01/2013
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RankBrasil: Caso inédito pode prejudicar liberdade de expressão no país
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21/01/2013 Humberto:
A única forma de o povo ter acesso gratuitamente a cultura, arte e ao conhecimento é a estatização da cultura, arte e do conhecimento científico. Vamos tirar os nossos g~enios das mãos dos empresário que ganham uma fortuna em cima dos escritores, artistas, pensadores e cientistas, tem que estatizar tudo isso. Isto sim é crime hediondo tirar lucro de 90% nas vendas de um livro enquanto que o escritor ou artista ganha uma merreca. EXPLORAÇÃO INTELECTUAL! BASTA !



21/01/2013 Gilson:
E se eu resolver mandar um pendrive com um conteúdo pirateado para um amigo através do Correio, vão querer fechar o Correio ou processar o fabricante do pendrive?



21/01/2013 Bruno:
Estamos diante de uma indústria fonográfica com métodos arcaicos, que não tem criatividade nem capacidade de elaborar meios rentáveis.


21/01/2013 Marcio:
Puxa, mas não se poderia disponibilizar as musicas nos proprios sites das gravadoras para download sob preço como se faz com qualquer coisa que se venda na internet, inclusive softwares aplicativos ?
O que não tem mais sentido é forçar o consumidor a pagar obrigatóriamente pelos CDs gravados e vendidos a preços abusivos para ter as musicas que deseja. O I-Tunes já atua desse modo e eu entendo que todos os outros poderiam seguir essa mesma estratégia. Eu gostaria de comprar os fonogramas diretamente das gravadoras sem ter de receber (a não ser que queira e sob opção recebê-los em casa via correio) e fazer o download do mesmo pagando com meu cartão de crédito.
Exemplo disso são as musicas fora de catálogo, antigas, que muitos procuram nas lojas de discos sem sucesso e que as gravadoras não geram mais as mídias formais por não ser negócio para eles. Poderiamos escolher essas musicas a partir do catalogo de fonogramas deles e pagar pelo download. Os artistas continuariam a receber seus justos direitos e todos ganhariam com isso!
A venda deve ser tratada por fonograma (musica a musica), e vendida a quem a adquirir.
Agora, se fonogramas são colocados em P2P para serem compartilhados é um claro sintoma de que existe demanda por eles e que os meios atuais de venda não estão atendendo.
Pessoalmente falando eu acho que piratear é crime! Mas cabe às gravadoras atender os seus consumidores com ferramentas de venda compativeis com os tempos atuais.
Poderiam vender pen-drives gravados enviados pelo correio com as musicas pedidas...
Precisam de um choque de gestão e parar de tentar forçar um modelo finado de vendas!


22/01/2013 Bruno:
Esse é o nosso brasil escolhe um e dese o pau K-Lite é só mais um compartilhador P2P tem muitos outros por ai como E-Mule, Ares e muitos outros só que o k-lite tem um responsável ai fica faceio para eles descer a lenha. Nos estados unidos tinha o Mega Upload e o governo de la fechou parece que o Brasil quer fazer a mesma coisa. la no estados unidos fechou o Mega Upload mais ainda tem o 4shared se parar o K-Lite tem o Ares, E-mule e porai vai não muda nada e esse programas são umas ótimas ferramentas.
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